Se me perguntar qual a cor de seus olhos, Joanna, não sei ao
certo o que dizer. Ao acordar, bem cedo pela manhã, seus olhos são a cor de mel
e adquirem um leve contorno esverdeado, perceptível apenas por algumas almas
atentas, com o passar da manhã. Às vezes, tornam-se acinzentados, quase
azulados, quando os raios de sol incidem sobre eles em tarde de verão. À noite,
são de um castanho intenso e trazem consigo o brilho do luar.
Se me perguntar como são seus olhos, Joanna, não sei ao
certo o que dizer. Sei apenas que gosto de olhar para eles e ver que são olhos
ansiosos de quem tem muito a aprender e que trazem consigo o reflexo vivido
próprio das descobertas. São olhos de meigos encantos e doces sorrisos. Sei que
gosto de por eles deixar-me perder até neles
me achar.
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